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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Bairros de Manaus #6: Adrianópolis

Bom dia!!!

Hoje damos continuidade à série Bairros de Manaus com um dos bairros mais desejados para se morar: o Adrianópolis. Ele é considerado uma das áreas nobres da cidade, e lá estão concentrados boa parte dos novos e luxuosos empreendimentos imobiliários da capital. O bairro possui boa infraestrutura, arborização, muitas opções de comércio se serviços. Lá também está o até agora maior shopping da cidade, o Manauara.

Manauara Shopping


Adrianópolis é um bairro da zona centro-sul de Manaus. Seu nome era vila municipal, por suas origens relacionadas à pequenas vilas. Adrianópolis recebeu seu atual nome somente na década de 1920, originário do renomado médico Adriano Jorge, que possuía residência fixa na área desse bairro.


Surgiu a partir de vilas construídas por operários que trabalhavam no Centro da cidade. Possuía uma área extremamente verde e arborizada pelo conjunto de sítios e chácaras. Área nobre da cidade, surgiu no início do século passado, tendo como habitantes a classe média alta da época.
O bairro traz em sua lembranças a velha estação de bondes, onde hoje é a Praça Nossa Senhora de Nazaré, o Instituto Batista Ida Nelson, onde antes funcionara uma estação de rádio americana.


Praça NSra. Nazaré

Vista noturna do Adrianópolis

É possível voltar ao tempo das antigas chácaras, ao trafegar pela Rua Recife, sua principal avenida de acesso e observar às imensas castanheiras e árvores frutíferas que ainda existem no bairro. Porém, grande parte dessa área verde deu lugar ao maior shopping center da cidade de Manaus: o Manauara Shopping, inaugurado em 2008. O bairro atualmente encontra-se em proceso de verticalização, com a construção de grandes edifícios destinados ao setor hoteleiro e a condomínios de alto padrão.
No bairro existem também o clube de esporte Nacional, onde funciona sua sede e um clube tradicional, o Castelinho, casa de arquitetura peculiar, a Praça Chile e suas árvores centenárias, entre outras belezas que o bairro fornece.

Dados do bairro
  • População: 10.507 moradores (estimativa).



terça-feira, 18 de setembro de 2012

Bairros de Manaus #5: Japiim

Boa tarde queridos amigos do SafeBusca!

Hoje é dia de conhecer mais um bairro de Manaus e o escolhido de hoje é o Japiim. Devo confessar que tem algo de pessoal na escolha de hoje, afinal, uma pessoa muito importante pra mim mora lá.

E além disso, o bairro é reconhecido por ser um dos maiores da capital, tanto em comércio quanto em moradia e por estar perto de alguns dos pontos principais da cidade ( como o Distrito Industrial, o Studio 5 e a UFAM). Vamos conhecê-lo melhor?

Principal avenida do Japiim

O bairro do Japiim tem suas origens em torno do conjunto residencial 31 de Março, construído pela antiga Cohabam (Companhia Habitacional do Amazonas), que na época, no final da década de 1960, geria a política habitacional do governo estadual, com recursos da União. O nome 31 de Março foi escolhido para homenagear a data da revolução de 1964, ou golpe de Estado, que levou os militares ao poder. O conjunto foi inaugurado em 1970, quando as casas, construídas de um, dois ou três quartos, ficaram prontas e foram entregues aos moradores, depois de sorteados pela agência governamental.

Os primeiros moradores do Japiim chegaram no bairro e encontraram pouca infraestrutura,
pois as casas foram entregues sem redes de água e a de luz elétrica ainda demorou um pouco para ser instalada. As ruas não eram asfaltadas e também não havia linha regular de transporte coletivo. Havia cerca de 100 famílias morando no Japiim. Eram procedentes de diferentes lugares de Manaus e também do interior do Estado, o que dificultava a organização dos mesmos em torno da comunidade.

Japiim 2

Neste mesmo ano surge o Japiim 2, com inauguração da segunda etapa do conjunto, que
passou a ser conhecido também por Japiim porque no local onde se desenvolveu o bairro havia grande número de pássaros dessa espécie, que acabaram batizando o novo espaço
habitacional. A primeira igreja do bairro funcionou no barracão da Cohabam, cedido para serem realizados os rituais religiosos. Devido ao conjunto ter sido entregue sem rede de distribuição de água, os primeiros moradores utilizavam o igarapé do Rodrigues, um pequeno afluente da calha do 40, que hoje cruza a avenida Tefé, para lavar roupa e louça e para o banho diário.

Invasões nas áreas próximas criam comunidades

Durante a década de 1970, os moradores do bairro tinham suas atividades de lazer em torno do igarapé do Rodrigues, mas este foi perdendo seus atrativos depois que ocorreram as primeiras invasões onde hoje se formou a Japiinlândia, uma das três localidades que se juntam para formar o bairro do Japiim, comprometendo a qualidade da água do igarapé. Neste período, o bairro experimentou forte crescimento demográfico, dividindo-se em Japiim I, Japiim II e Japiinlândia. Esta última se desenvolveu a partir de uma invasão e se estende até a área chamada de Pantanal, cujo limite vai até o igarapé do 40 e engloba também a comunidade de nome Santa Clara. As inúmeras invasões ocorridas em torno do bairro comprometeram seu desenvolvimento urbanístico, social e econômico, trazendo degradação ambiental e insegurança pública.

No dia 2 de outubro de 1982 foi realizada a bênção de lançamento da pedra fundamental do novo templo da paróquia Santíssima Trindade, antes funcionando precariamente no terreno cedido pelo poder público. A nova igreja é inaugurada somente em 27 de dezembro de 1987, com a presença do arcebispo de Manaus, na época, Dom Clóvis Frainer.

Canteiro

Durante a administração de Eduardo Braga na Prefeitura de Manaus, de 1995 a 1996, o bairro do Japiim sofre sua última grande intervenção urbana, com a inauguração do canteiro central da avenida General Rodrigo Otávio Mourão, obra concluída pela Prefeitura de Manaus com recursos da Suframa. O canteiro possui praças, jardins e pistas para caminhadas, utilizadas pelos moradores ao final da tarde para se exercitar e se tornou uma das poucas áreas de lazer do bairro, que não possui grandes áreas verdes. No entanto, por estar localizada entre as duas pistas da movimentada avenida, o local não oferece segurança aos freqüentadores.


Av. Gal. Rodrigo Otávio


Conquistas sociais

Ao longo dos anos de vivência na comunidade, os moradores conseguiram alguns avanços, como ruas asfaltadas e linhas de ônibus que fazem trajetos para diferentes pontos da cidade, além de que muitos itinerários das linhas dos outros bairros precisam passar pela avenida General Rodrigo Otávio, a principal do Japiim, o que aumenta a oferta de transporte aos moradores. O bairro possui posto de saúde, escolas públicas estaduais e municipais, praças, abriga um dos órgãos importantes da administração estadual, a Seduc (Secretaria Estadual de Educação e Cultura), responsável pelo funcionamento das escolas estaduais, um anexo do Centro Universitário Nilton Lins, a Universidade Luterana (Ulbra), industrias diversas, o Jornal do Commercio, e o Studio 5, complexo de lojas comerciais, pizzarias, choperias, casa de show e exposições, que tem em suas dependências o Cinemark, sala de cinema que atrai grande público.

Campus da ULBRA


Studio 5 Mall


Cinemark


Em cada uma das subdivisões do Japiim (Japiim I, Japiim II, Japinlândia, Pantanal, 40 e Santa Clara) há atividades econômicas desenvolvidas, como oficinas de consertos de carros, borracharias, locadoras de veículos, panificadoras e confeitarias, sorveterias, lanchonetes, locadoras de fitas e DVD´s, bazares, drogarias, academia de ginástica, lojas de materiais de construção, feira coberta, igrejas católicas e evangélicas, pet shop e clínica veterinária, Associação de Alcoólicos Anônimos, jornal, indústrias, fábricas, cinemas, postos de gasolina e estação de rádio.

Embora ostente diversificada atividade comercial, o Japiim não possui nenhuma agência bancária, o que causa transtorno aos moradores que precisam dos serviços dos bancos. Também faz falta no bairro um posto policial, pois a Delegacia de Homicídios e Seqüestros, que já funcionou no bairro, mudou de endereço, e hoje o policiamento é precário, deixando a comunidade exposta às ações de galeras juvenis e a roubos e furtos. Esta falta de segurança se manifesta nas constantes disputas de corridas de carros na avenida principal do bairro que já ocasionou muitas tragédias.

Localização

O Japiim está localizado na Zona Sul da cidade de Manaus e faz limites com os bairros do Coroado, Petrópolis, Raiz e Distrito Industrial. Sua população estimada é de aproximadamente 52.253 habitantes, que vivem numa área de 420.00 hectares.

Fonte: Jornal do Commercio apud Portal Amazônia


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Redes de Dados para Automação Residencial


Conforme apresentado no último post, sabemos que as tecnologias de redes de comunicação são um dos elementos básicos para a implementação de sistemas de automação residencial.


Intuitivamente é fácil entender o motivo para isto acontecer se pensarmos que os dispositivos eletrônicos onde são inseridos os comandados para execução das tarefas, tais como: ligar/desligar; acender/apagar; entre outras; precisam se comunicar com os dispositivos (eletrônicos ou não) que realizam estas determinadas tarefas como: acionar sistemas de segurança, abrir portões, ligar equipamentos como geladeira, televisão, sistema de irrigação de jardim e etc.



As tecnologias utilizadas para interconectar este dispositivos são chamadas de tecnologias de barramento, que será o próximo tema desta coluna do SafeBuscaNews.

Neste post, iremos abordar sucintamente as principais tecnologias de comunicação de dados em aplicações de automação residencial, que você poderá usar na sua casa para dar um upgrade no seu conforto.

O segmento de tecnologias de redes residenciais é ainda dividido em três segmentos: 


  • Sem novos cabeamentos (utilizando linhas telefônicas, linhas elétricas). O uso de redes telefônicas não é uma alternativa comum, devido a baixa tolerância a falha e os baixos níveis de transmissão. Novas tecnologias de cabo coaxial, no entanto, podem alcançar bons níveis de troughput. Já no caso do aproveitamento da rede elétrica, a tecnologia conhecida como PLC ("Power Line Communications") é uma alternativa que poderá se tornar viável nos próximos anos, com o surgimento e popularização de novas aplicações para automação residencial baseada nesta tecnologia.
  • Com novos cabeamentos (IEEE1394, Ethernet, USB 2.0 e sem fio (Home RF, Bluetooth, DETC, IEEE 802.11, HiperLAN2). Já as tecnologias com cabeamento próprio são mais comuns no mercado, sendo muitas deles usadas em Lans comerciais e industriais
Uma das tecnologias mais recentes dentro do grupo de redes para aplicações pessoais e que permite o  gerenciamento e controle de dispositivos  como televisores, videocassetes, geladeiras, é o padrão ZigBeeque foi homologado em 2003.


Os dispositivos baseados na tecnologia ZigBee operam na faixa ISM que não requer licença para funcionamento, incluindo as faixas de 2,4 gigahertz (Global), 915 megahertz (América) e 868 megahertz (Europa) e com taxas de transferência de dados de 250 kilobits por segundo em 2,4 gigahertz, 40 kilobits por segundo em 915 megahertz e 20 kilobits por segundo em 868 megahertz.


O padrão oferece atualmente interfaces com velocidades de conexão compreendidas entre 10 kilobits por segundo e 115 kilobits por segundo e com um alcance de transmissão entre 10 e 100 metros, dependendo diretamente da potência dos
equipamentos e de características ambientais tais como obstáculos físicos e interferência eletromagnética.

Já o padrão IEEE 802.11 se refere a uma família de especificações sobre a tecnologia Wireless LAN. A família 802.11 é subdividida em:


  • 802.11: aplica às Wireless LANs, com taxas de 1 ou 2 Mbps, freqüência de 2.4 GHz usando o método de transmissão FHSS ou DSSS.
  • 802.11a: wirelees LAN que provê até 54 Mbps em 5 GHz. Utiliza o esquema OFDM.
  • 802.11b: wirelees LAN também chamada de 802.11 High Rate ou Wi-Fi, provê taxas de transmissão de até 11 Mbps, operando a 2.4 GHz e utiliza somente o esquema de codificação DSSS. 

A Tecnologia Infravermelho  é comum em sistemas ponto a ponto ou ponto a multiponto de curta distância. Um dos dispositivos que utilizam infravermelho mais comum são os controles remotos.
É um sistema simples e de baixo custo, e apresenta um sério problema: o sinal é obstruído com facilidade por superfícies sólidas e até mesmo qualquer objeto que se interponha entre o emissor e o receptor.

O Bluetooth é uma tecnologia de transmissão de dados via sinais de rádio de alta frequência e curto alcance. Os dispositivos Bluetooth possuem um sistema de uso inteligente da potência do sinal dependente da distância entre os dispositivos. Pelo fato de baixa taxa de operação que pode chegar até 1Mbps e o alcance, o desenvolvimento do Bluetooth vem sendo focado como um complemento para conector periféricos menores e dispositivos inteligentes, servindo como opção às interfaces USB, seriais e paralelas, e é bastante útil na interligação.



A tecnologia ShareWave da empresa homônima fundada em 1996, desenvolve semicondutores, gateways e equipamentos sem fio para redes domésticas. Estes equipamentos são desenvolvidos baseados em um protocolo chamado de whitecap que aumenta o desempenho e a interoperabilidade no ambiente residencial. Suporta vários tipos de dispositivos de rede incluindo PCs, laptops, gateways residenciais, Internet phones e até TVs. O protocolo é orientado à conexão e usa o sistema de transmissão TDMA  que compartilha todo o tráfego da rede em quadros de tempo.

Nas próximas semana iremos falar mais sobre Tecnologias de comunicação de dados para redes residenciais, fiquem atentos as dicas e as soluções.




terça-feira, 11 de setembro de 2012

Bairros de Manaus #4: São José Operário

Bom dia caros amigos do SafeBusca!

Antes de falar de mais um bairro de nossa querida Manaus, queria lembrá-los que hoje é o último dia de nossa promoção de lançamento do site SafeBusca.com. Ainda dá tempo de se inscrever e participar! Clique AQUI, siga as instruções, e pronto! O sorteio será hoje às 18h00, estarei na torcida por todos nossos amados leitores! (ENCERRADO)

E o bairro de hoje é reconhecido como um dos maiores de Manaus, por sua população, comércio e vida social. Localizado na Zona Leste da cidade, o São José certamente ainda padece com alguns problemas decorrentes de seu crescimento não-planejado, mas aos poucos configura-se como uma referência em comércio, negócios, vida noturna e moradia.

Viaduto do São José

A área onde hoje está localizado o São José Operário começou a ser ocupada entre o final da década de 1970 e início da de 1980, sendo o segundo bairro a surgir na atual Zona Leste de Manaus. Seus primeiros moradores eram, em grande número, oriundos de outros municípios do Amazonas, ribeirinhos em busca de oportunidades na Zona Franca, e também da periferia da cidade. 


A ocupação da área foi marcada por lutas pela posse das terras e envolveram moradores, grileiros, partidos políticos e o poder público, já que havia controvérsias sobre a titularidade dos terrenos. Assim como em toda a Zona Leste, área urbana iniciada a partir da invasão das terras pertencentes à Ufam (Universidade Federal do Amazonas), que deu origem ao bairro do Coroado, os primeiros ocupantes do São José sofreram violências, tanto por parte de jagunços, a mando de grileiros, quanto do poder público, através das forças policiais. 

Os primórdios do São José

No entanto, foi o poder público que buscou solucionar o conflito na área ao fazer a desapropriação das terras e o loteamento, criando o bairro de São José Operário. A iniciativa foi obra do governador José Lindoso e do prefeito de Manaus, José Fernandes. 

Em junho de 1980 é oficializado o bairro de São José Operário, dividido em lotes medindo oito metros por vinte, distribuídos às famílias carentes, que precisavam comprovar não possuir nenhuma propriedade, ter baixo nível de renda e residir há pelo menos dois anos em Manaus. 

Para dar característica de loteamento, eram cobradas dos sorteados dos terrenos prestações nunca superiores a 10% do salário mínimo da época, conforme informou o então prefeito José Fernandes, em seu livro de prestação de contas ?Retrospectiva 79/80?, NO qual explica sua administração na Prefeitura de Manaus. 

O ex-prefeito afirma que criar o São José Operário foi um sonho pessoal realizado. Se sonho, ou não, o certo é que o bairro foi abençoado pelo cardeal Dom Agnelo Rossi, então prefeito da Congregação da Fé da Cúria Romana, em nome do papa João Paulo II, quando ambos estiveram em visita a Manaus, em 1980. 

A tentativa de urbanização da primeira etapa do bairro foi concluída em 1981, com cerca de quarenta mil pessoas instaladas em lotes com o mínimo de infraestrutura.

Assentamento desordenado 

O  projeto de urbanização não foi capaz de frear AS invasões às áreas próximas ao novo bairro, tendo a prefeitura iniciado, em 1982, a segunda etapa do São José, mas num processo desorganizado, que resultou num assentamento com pouquíssima infraestrutura.

Desta vez, o loteamento serviu para abrigar famílias que invadiram áreas da Serra Azul, NO Parque Dez, e do Igarapé do 40. Devido à falta de transporte coletivo, muitos moradores do bairro caminhavam até a alameda Cosme Ferreira para conseguir se deslocar a outros bairros. 

A propriedade das terras do bairro foi questionada pelo empresário Paulo Farias, dono de uma imobiliária famosa por grilar terras em Manaus e travar disputas acirradas com a irmã salesiana Helena Augusta Walcott, na época a maior incentivadora das invasões na cidade.

A luta intensa pela posse das terras em torno do bairro produziu um mártir, o jovem Altenor Cavalcante Araújo, 14 anos, morador do Mauazinho, morto no conflito entre invasores e seguranças do senhor Paulo Farias, o maior grileiro de cidade, que se intitulava proprietário da área, num LOCAL onde hoje está localizado o bairro Armando Mendes, uma vez que então toda a região era denominada São José. 

Recente reintegração de terras

O conflito pela posse das terras se estende ainda até setembro de 1986, quando cerca de 300 famílias, organizadas por militantes do PCdoB, invadem a área destinada à 3º etapa do bairro São José Operário. NO LOCAL havia ruas asfaltadas, meio-fio, loteamentos com buracos para fossas assépticas, mas a demora na distribuição dos terrenos levou a nova onda de invasão por ribeirinhos e moradores da periferia de Manaus.

Nesta época, o bairro já comportava praticamente um terço da população pobre da cidade de Manaus, com os moradores obtendo sua renda basicamente através do comércio ou da indústria LOCAL e, também, por meio de comércio informal.

Serviços públicos 

Atualmente, o bairro comporta certa quantidade de prédios públicos: há um posto do corpo de bombeiros, a 9ª DP, um posto do Prato Cidadão, implantado em 2004, um posto dos Correios, um posto S.O.S Manaus, a policlínica Zeno Lazini, o pronto-socorro João Lucio e a maternidade Ana Braga. 

Ainda hoje a Semosb (Secretaria Municipal de Obras) mantém NO bairro um posto para regularizar AS moradias que ainda não receberam o título definitivo de propriedade. 

O bairro tem boa representação política através de suas associações populares, como a Associação Amigos do São José Operário e o Clube das Mães. 

A associação realiza reuniões quinzenais e, uma vez ao mês, ocorre reunião geral, para debater problemas do bairro. A associação realiza cursos profissionalizantes de artesanato, corte e costura, computação, entre outros. Segundo o presidente da associação, Vicente Prata, o desemprego é um dos problemas mais preocupante da comunidade.

O São José também apresenta hoje rasoável nível da urbanização, com os shoppings São José e Grande Circular, e agências da Caixa Econômica Federal, Bradesco, Banco do Brasil, Unibanco, inúmeras drogarias e grandes rede de lojas.

O principal shopping do São José

Na área de lazer, os moradores dispõem de campos de futebol, o ginásio do Zezão e a Associação da Grande Família, escola de samba do bairro, que apresenta desfiles NO carnaval da cidade anualmente. Chama atenção também a agitada vida noturna do bairro, com suas muitas boates, casas de forró e bares, voltados para um público D e E.

Escola de Samba a Grande Famíla, campeã do carnaval por vários anos


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Automação Residencial – Principais Tecnologias – Parte 2



As tecnologias de automação permitem que uma grande gama de soluções seja implementada visando o conforto humano nas residências modernas, vide alguns exemplos:



1. Irrigação de jardim (horários programados e sensores de umidade);
2. Cabeamento estruturado (dados, voz e imagem);
3. Circuito fechado de TV;
4. Controle de acesso (biometria, cartões de proximidade, tags para veículos);
5. Controle de iluminação;
6. Controle de utilidades;
7. Controle de monitoramento de elevedores;
8. Controle de monitoramento de medições (gás água e eletricidade);
9. Controle e monitoramento do sistema de climatização;
10. Entretenimento;
11. Redes de dados condominial;
12. Sistema de detecção e alarme de incêndio;
13. Sistema de segurança.

Para execução de tais projetos de automação deve-se procurar tecnologias adequadas para o tipo de residência, custos de implementação, operação e manutenção. As principais tecnologias utilizadas na automação residencial são agrupadas na figura abaixo:


Tecnologias de redes domésticas

Destaca-se a existência de 3 diferentes grupos de tecnologias com aplicações distintas: Interconexão de dispositivos (barramentos), redes de controle e automação e redes de dados (normalmente redes de acesso – LANs).

No vídeo a seguir José Roberto Muratori, Marbie Systems, apresenta uma abordagem para automação residencial visando à integração com redes inteligentes tendo como foco o desenvolvimento de projetos sustentáveis.

 
Conforme demonstrado no vídeo é necessário focar alguns pontos para que o processo de automação residencial seja feito de forma eficiente:
  •  Encontrar empresas com soluções adequadas; Permitir a integração e a interface com outras tecnologias;
  • Os recursos automatizados devem estar em harmonia com os demais ambientes da residência.
  •  Na medida do possível devem ter o medo nível possível de impacto ambiental, até mesmo para minimizar os custos de manutenção, consumo de água e energia elétrica.   
Referências: http://www.aureside.org.br/temastec/automacao_residencial_final.pdf